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Oque é Manga , Mesmo ?

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Historias

Os mangás têm suas raízes no período Nara (século VIII d.C.), com o aparecimento dos primeiros rolos de pinturas japonesas: os emakimono. Eles associavam pinturas e textos que juntos contavam uma história à medida que eram desenrolados. O primeiro desses emakimono, o Ingá Kyô, é a cópia de uma obra chinesa e separa nitidamente o texto da pintura.

A partir da metade do século XII, surgem os primeiros emakimono com estilo japonês. O Genji Monogatari Emaki é o exemplar de emakimono mais antigo conservado, sendo o mais famoso o Chojugiga, atribuído ao bonzo Kakuyu Toba e preservado no templo de Kozangi em Kyoto. Nesses últimos surgem, diversas vezes, textos explicativos após longas cenas de pintura. Essa prevalência da imagem assegurando sozinha a narração é hoje uma das características mais importantes dos mangás.

No período Edo, em que os rolos são substituídos por livros, as estampas eram inicialmente destinadas à ilustração de romances e poesias, mas rapidamente surgem livros para ver em oposição aos livros para ler, antes do nascimento da estampa independente com uma única ilustração: o ukiyo-e no século XVI. É, aliás, Katsushika Hokusai o precursor da estampa de paisagens, nomeando suas célebres caricaturas publicadas de 1814 à 1834 em Nagoya, cria a palavra mangá — significando "desenhos irresponsáveis" — que pode ser escrita, em japonês, das seguintes formas: Kanji (em japonês: 漫画?), Hiragana (em japonês: まんが?), Katakana (em japonês: マンガ?) e Romaji (Manga).

Os mangás não tinham, no entanto, sua forma atual, que surge no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais provenientes dos Estados Unidos e Europa. Tanto que chegaram a ser conhecidos como Ponchie (abreviação de Punch-picture) como a revista britânica, origem do nome, Punch Magazine (Revista Punch), os jornais traziam humor e sátiras sociais e políticas em curtas tiras de um ou quatro quadros.

Diversas séries comparáveis as de além-mar surgem nos jornais japoneses: Norakuro Joutouhei (Primeiro Soldado Norakuro) uma série antimilitarista de Tagawa Suiho, e Boken Dankichi (As aventuras de Dankichi) de Shimada Keizo são as mais populares até a metade dos anos quarenta, quando toda a imprensa foi submetida à censura do governo, assim como todas as atividades culturais e artísticas. Entretanto, o governo japonês não hesitou em utilizar os quadrinhos para fins de propaganda.

Sob ocupação americana após a Segunda Guerra Mundial, os mangakas, como os desenhistas são conhecidos, sofrem grande influência das histórias em quadrinhos ocidentais da época, traduzidas e difundidas em grande quantidade na imprensa cotidiana.

Nessa época, mangás eram bastante caros, começaram a surgir compilações em akahons (ou akabons, livros vermelhos), livros produzidos com papel mais barato e capa vermelha e do tamanho dos cartões postais (B6).[1]

É então que um artista influenciado por Walt Disney e Max Fleischer revoluciona esta forma de expressão e dá vida ao mangá moderno: Osamu Tezuka. As características faciais semelhantes às dos desenhos de Disney e Fleischer, onde olhos (sobretudo Betty Boop), boca, sobrancelhas e nariz são desenhados de maneira bastante exagerada para aumentar a expressividade dos personagens tornaram sua produção possível. É ele quem introduz os movimentos nas histórias através de efeitos gráficos, como linhas que dão a impressão de velocidade ou onomatopeias que se integram com a arte, destacando todas as ações que comportassem movimento, mas também, e acima de tudo, pela alternância de planos e de enquadramentos como os usados no cinema. As histórias ficaram mais longas e começaram a ser divididas em capítulos.

Em 1947, Tezuka criou publicou no formato akahon, um mangá escrito por Sakai Shichima, Shin Takarajima (A Nova Ilha do Tesouro), um título de grande de sucesso que chegou a vender 400 mil exemplares. [1]

Osamu Tezuka produz através de seu próprio estúdio, o Mushi Production, a primeira série de animação para a televisão japonesa em 1963, a partir de uma de suas obras: Tetsuwan Atom (Astro Boy). Finalmente a passagem do papel para a televisão tornou-se comum e o aspecto comercial do mangá ganhou amplitude, mas Tezuka não se contentou com isso. Sua criatividade o levou a explorar diferentes gêneros — na sua maioria, os mangás tinham como público-alvo as crianças e jovens —, assim como a inventar outros, participando no aparecimento de mangás para adultos nos anos sessenta com os quais ele pôde abordar assuntos mais sérios e criar roteiros mais complexos. Ele também foi mentor de um número importante de mangakas como Fujiko & Fujio (dupla criadora de Doraemon), Akatsuka Fujio, Akira "Leiji" Matsumoto, Tatsuo Yoshida (criador de Speed Racer) e Shotaro Ishinomori.

Assim, os mangás cresceram simultaneamente com seus leitores e diversificaram-se segundo o gosto de um público cada vez mais importante, tornando-se aceitos culturalmente. A edição de mangás representa hoje mais de um terço da tiragem e mais de um quarto dos rendimentos do mercado editorial em seu país de origem. Tornaram-se um verdadeiro fenômeno ao alcançar todas as classes sociais e todas as gerações graças ao seu preço baixo e a diversificação de seus temas. De fato, como espelho social, abordam todos os temas imagináveis: a vida escolar, a do trabalhador, os esportes, o amor, a guerra, o medo, séries tiradas da literatura japonesa e chinesa, a economia e as finanças, a história do Japão, a culinária e mesmo manuais de "como fazer", revelando assim suas funções pedagógicas.

Estilos

Para os japoneses as histórias em quadrinhos são leitura comum de uma faixa etária bem mais abrangente do que a infanto-juvenil. A sociedade japonesa é ávida por leitura e em toda parte vê-se desde adultos até crianças lendo as revistas. Portanto, o público-consumidor é muito extenso, com tiragens na casa dos milhões e o desenvolvimento de vários estilos para agradar a todos os gostos.

Por isso os mangás são comumente classificados de acordo com seu público-alvo. Histórias onde o público alvo são meninos — o que não quer dizer que garotas não devam lê-los — são chamados de shounen (garoto jovem, adolescente, em japonês) como One Piece, Naruto, Bleach etc. e tratam normalmente de histórias de ação, amizade e aventura. Histórias que atualmente visam meninas são chamadas de shoujo (garota jovem em japonês) e têm como característica marcante as sensações e sensibilidade da personagem e do meio (também existem garotos que leem shojo.) como Nana. Além desses, existe o gekigá, que é uma corrente mais realista voltada ao público adulto (não necessariamente são pornográficos ou eróticos) como, por exemplo Lobo Solitário e ainda os gêneros seinen para homens jovens e josei para mulheres. Os traços típicos encontrados nas histórias cômicas (olhos grandes, expressões caricatas) não são encontrados nessa última corrente. Existem também os pornográficos, apelidados hentai. As histórias yuri abordam a relação homossexual feminina e o yaoi (ou Boys Love) trata da relação amorosa entre dois homens, mas ambos não possuem necessariamente cenas de sexo explícito. Os edumangás que são mangás didáticos voltados para o ensino de diversas matérias.[2]

Formato


A ordem de leitura de um mangá japonês é a inversa da ocidental, ou seja, inicia-se da capa do livro com a brochura à sua direita (correspondendo a contracapa ocidental), sendo a leitura das páginas feita da direita para a esquerda. Alguns mangás publicados fora do Japão possuem a configuração habitual do Ocidente.

Além disso, o conteúdo é impresso em preto e branco, contendo esporadicamente algumas páginas coloridas, geralmente no início dos capítulos, e em papel reciclado tornando-o barato e acessível a qualquer pessoa.

Os mangás são publicados no Japão originalmente em revistas antológicas impressas em papel-jornal parecidas com listas telefônicas. Essas revistas com cerca de 300 à 800 páginas são publicadas em periodicidades diversas que vão da semana ao trimestre. Elas trazem capítulos de várias séries diferentes. Cada capítulo normalmente tem entre dez e 40 páginas. Assim que atingem um número de páginas em torno de 160~200, é publicado um volume encadernado, chamado tankohon ou Tankōbon, no formato A de livros de bolso, que então contém apenas histórias de uma série.[1][3] Esses volumes são os vendidos em diversos países dependendo do sucesso alcançado por uma série, ela pode ser reeditada em formato bunkoubon ou bunkouban (em japonês: 完全版?) (mais compacto com maior número de páginas) e wideban (em japonês: ワイド版?) (melhor papel e formato um pouco maior que o de bolso).

Uma das revistas mais famosas é a Shonen Jump da editora Shueisha. Ela publicou clássicos como Dragon Ball, Saint Seiya (ou Cavaleiros do Zodíaco), Yu Yu Hakusho e continua publicando outra séries conhecidas como Hunter x Hunter, Naruto, One Piece, Bleach e Death Note. Existem também outras revistas como a Champion Red mensal (Akita Shoten), que publica Saint Seiya Episode G (Cavaleiros do Zodíaco Episódio G), a Shonen Sunday semanal (Shogakukan), que publicava InuYasha, e a Afternoon mensal (Kodansha). Entre outras, podem-se citar também a Nakayoshi (Kodansha), revista de shoujo famosa que publicou entre outros Bishoujo Senshi Sailor Moon e Sakura Card Captors, e a Hana to Yume (Hakusensha) que publica Hana Kimi e Fruits Basket.

Há também os fanzines e dōjinshis que são revistas feitas por autores independentes sem nenhum vínculo com grandes empresas. Algumas dessas revistas criam histórias inéditas e originais utilizando os personagens de outra ou podem dar continuidade a alguma série famosa.[4][5] Esse tipo de produto pode ser encontrado normalmente em eventos de cultura japonesa e na internet. O Comiket (abreviação de comic market), uma das maiores feiras de quadrinhos do mundo com mais de 400.000 visitantes em três dias que ocorre anualmente no Japão, é dedicada ao dōjinshi

No Brasil


A popularidade do estilo japonês de desenhar é marcante, também pela grande quantidade de japoneses e descendentes residentes no país. Já na década de 1960, alguns autores descendentes de japoneses, como Júlio Shimamoto, Minami Keizi e Claudio Seto, começaram a utilizar influências gráficas, narrativas ou temáticas de mangá em seus trabalhos. O termo mangá não era utilizado, mas a influência em algumas histórias tornou-se óbvia.[7][8] Alguns trabalhos também foram feitos nos anos 80, como o Super-Pinóquio de Claudio Seto e o Robô Gigante de Watson Portela pelo selo Bico de Pena da Grafipar[9] e o Drácula de Ataíde Braz e Neide Harue pela Nova Sampa.[10]

Embora a primeira associação relacionada a mangá, a Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações, tenha sido criada em 3 de fevereiro de 1984, o "boom" dos mangás no Brasil aconteceu por volta de dezembro de 2000, com o lançamento dos títulos Samurai X, Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco pelas editoras JBC e a Conrad (antiga Editora Acme).

Esses, porém, não foram os primeiros a chegar ao território brasileiro. Alguns clássicos foram publicados nos anos 80 e começo dos anos 90 sem tanto destaque, como Lobo Solitário em 1988 pela Editora Cedibra, primeiro mangá lançado no Brasil,[11] Akira pela Editora Globo, Crying Freeman, pela Nova Sampa, A Lenda de Kamui (Sanpei Shirato) e Mai - Garota Sensitiva pela Editora Abril, Cobra e Baoh pela Dealer e Escola de Ninjas (Ben Dunn) pela Nova Sampa.[12] Porém, a publicação de vários títulos foi interrompida e o público brasileiro ficou sem os mangás traduzidos por vários anos. Existiram ainda edições piratas de alguns mangás.[13]

O mais famoso foi Japinhas Safadinhas lançado em nove edições pela "Bigbun" (selo erótico da Editora Sampa)[14] . O mangá era uma versão sem licenciamento de Angel de U-jin.

O movimento voltou a produzir frutos nos anos 90. Com a inconstância do mercado editorial brasileiro, existe pelo menos uma revista nacional no estilo mangá que conseguiu relativo sucesso: Holy Avenger. Além deste há também outras publicações bastante conhecidas pelos fãs de mangá, como Ethora, Combo Rangers, Oiran e Sete Dias em Alesh do Studio Seasons, e a antiga revista de fanzines Tsunami. Atualmente os quadrinhos feitos no estilo mangá, tirando algumas exceções, como as citadas acima, se baseia em fanzines. Em 2008 a Maurício de Sousa Produções lançou Turma da Mônica Jovem[15], versão adolescente da Turma da Mônica, e, em 2009, a Ediouro Publicações lançou a revista Luluzinha Teen e sua Turma[16].

No fim desse mesmo ano, começaram a ser lançados mangás didáticos, com a série O Guia Mangá, da editora Novatec, publicados originalmente pela editora Ohmsha como The Manga Guide
Reformulação Layout AG

Olá Moçada , todos sabemos que a ag mudou de layout 

Agora , Esta Mais Techno Do que nunca.

estamos com a promoção de cargos .

isso mesmo você aew , que fica no pc e gosta de animes.

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Obrigado pela compreenção


Naruto 508 em Portugues

sábado, 20 de novembro de 2010




Baixar: Servidor - Megaupload

Naruto Shippuden #186

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


~EP186 - A medicina da juventude
~Fansub - Punch-fansub
~UP Kurosaki Lucas 
~Língua - JP/PT-BR
~Qualidade: Ótima (SD)
Mirror: Aqui
____________________________________________________________
Bom, trouxe em qualidade ótima, que é o SD (é um avi melhorado), em geral pesa 160mb. Se não gostarem desse formato, por favor, sugiram outro formato, o que o pessoal preferir upparei nele. Eu achei esse melhor, pois ele tem uma qualidade muito boa e não tão pesado. Também deem suas sugestões de um outro server de download (MegaUpload, Rapidshare, 4shared, etc.).
É isso, vou indo por enquanto. Deem suas opniões acerca dos formatos e dos server. E comentem. 
Bye for all.

On-Line traz ao Brasil o selo Disney Mangá

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Segundo informaçãos do site Planeta Gibi, a On Line Editora está trazendo ao país um novo selo da Disney. Trata-se do selo Disney Mangá, que pretende lançar nas bancas materiais com a temática da empresa, mas produzidos por japoneses.

Agora em novembro, chega às bancas W.I.T.C.H., uma série em dois volumes que foi publicada no Japão em 2003. W.I.T.C.H. ainda conta com uma animação produzida canal Jetix (atual Disney XD) que foi exibida no Brasil. Os dois volumes possuem cerca de 200 páginas e irão custar R$9,99. Para 2011 duas novas estão confirmadas: Vidia e Kilala. As capas nacionais ainda não foram divulgadas.

W.I.T.C.H: Conta, em dois volumes, a história das cinco amigas Will, Irma, Taranee, Cornelia e Hay Lin. As iniciais de seus nomes formam a palavra “bruxa” em inglês. Uma coincidência? Um sinal do destino? O que é certo é que essas adolescentes descobrem poderes mágicos que devem ser usados para manter a ordem no reino infinito de Kandrakar.

Vidia e o Sumiço da Coroa: Com desenhos de Haruhi Kato. Conta a aventura das Fadas em busca da coroa da Rainha Clarion. Tudo tem início quando a majestade está pronta para sua grande festa de aniversário, mas sua coroa desaparece. A principal suspeita é Vidia, uma Fada nem sempre querida por todos, que agora precisa provar sua inocência.

TinkerBell e Kilala: Escrito por Rika Tanaka e ilustrado por Nao Kodaka. A história foi publicada originalmente entre 2005 e 2008 e depois encadernada em cinco volumes.

Kilala é uma garota comum que, ao despertar um príncipe adormecido (de forma não muito romântica, diga-se), ambos partem em busca de uma princesa desaparecida, cruzando com as princesas clássicas Disney, como Branca de Neve e Cinderella, além de Tinker Bell.
Bombas!!!!

Yoo manins, eu sou Kurosaki Lucas, um dos contribuintes da Anime Global. Bom pulando as apresentações, vamos as principais notícias.


~Bem-vindo de volta Dragon Ball!!!

Agora já foi comfirmado, Dragon Ball voltará às bancas japonesas. Como já sabemos, há algum tempo vem rolando boatos de que Dragon Ball iria voltar e talz, mas eram apenas boatos. Porém, com o decorrer da história foi então revelado que Dragon Ball realmente voltará, mas não será continuação do GT, mas sim um spin-off, que receberá o nome de Dragon Ball SD. Está previsto para ser publicado no dia 03 de dezembro. Desconhece se será uma nova série ou se será um one-shot.
Vale lembrar que não será Akira Toryama que publicará esse spin-off, e sim Ooishi Naho que está ligado a Akira em uma adaptação do desenho a edição especial de 40 anos da Jump.
Ainda não sabemos se realmente será um spin-off bom de DB, vamos esperar. Este spin-off está virado para criancinhas, apesar de que terá muitos marmanjos interessados também. Eu, pessoalmente irei acompanhar, e vocês irão?  

~Rua Naruto!!!

Quem ligou a TV e colocou no SBT crente que iria ver Naruto, se deu mal! Pois é manin, depois de mais de três anos de Naruto dando nas manhãs do SBT, o homem do dinheiro vai lá e corta ele de sua programação. 
Sabemos que nos últimos dias o Silvio Santos vem tendo dificuldades por conta de seu banco. Mas isto é certo? Deixar seus queridos fãs a deriva? Realmente não sei. 
Seja lá o que for, não foi uma boa jogada, já que era o ninja do cabelo laranja que vinha deixando na vice-liderança. 
Nessa interrupção surpresa de Naruto, sabe-se que estava rumo a reprise da última temporada não-filler de Naruto, onde no final da mesma, Naruto e Sasuke tem seu combate épico enquanto crianças. 
Vamos ficar na esperança do nosso querido amiquenho voltar a programação, uma vez que seus episódios já estão todos dublados, menos o Naruto: Shippuden (que também já está em fase de dublagem). 
Em algumas regiões ou estados brasileiros, o anime foi exibido normalmente. 
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E ae pessoal, gostaram? Espero que sim!!! De um coment ae please! Vai leva nem 2 minutos. Abraço a todos e todas =D
[Review] Star Wars BattleFront

sábado, 13 de novembro de 2010

Star Wars Battlefront: Elite Squadron Review por Wil193

SWB: Elite Squadron é um jogo lançado em 2010 pela n-Space e é um tipo de TPS visto por cima, como um RPG. O jogo conta a história de dois clones gêmeos que lutam ao lado dos Jedi nas guerras clônicas. A Ordem 66 é executada e um dos irmãos acaba indo para o Lado Negro, porém seu irmão, ainda da resistência, descobre uma coisa que muda totalmente o rumo da história.

História
A história do jogo tem diversas reviravoltas e é bem planejada. Tudo acontece naturalmente entre praticamente todos os episódios da saga e não interfere na história original. Apesar da sua bela estrutura, a história é fraca. Cheia de clichés usados posteriormente e fatos muito óbvios. Bom para um fã que quer ampliar conhecimentos.
Nota: 6

Gráficos
Não posso dizer que os gráficos são belos e levam o DS no limite pois mentirei. Os gráficos são simples e muitas vezes confusos e as animações são tão simples quanto os gráficos. Nas missões de nave não vemos nada mais do que o normal. Alguns elementos podem até impressionar, mas é coisa momentânea.
Nota: 5

Som
Simples. Não vemos coisas nem mehores nem piores do que dos filmes. O som das explosões, todavia, é péssimo e sugiro fortemente que abaixe por preucação: pode danificar o som de tão agudo. E falo sério.
Nota: 6.4

Replay
Não jogue de novo ao menos que você seja um fã muito apaixonado. Porém, este é um dos poucos jogos do DS com belos unlockables, fator que já dá pontos para este quesito. Apesar da pouca variedade, são bem satisfatórios -- para fãs. Artworks que aparecem no decorrer do jogo e personagens adicionais no modo singleplayer e multiplayer.
Nota: 8

Geral
Altamente recomendado para os fãs mais calorosos. Trama intrigante e satisfatória, gráficos normais e sons da mesma proporção. O jogo te cativa e te faz querer jogar mais, apesar de tudo.
Nota final: 7